sexta-feira, janeiro 28, 2005

PROGRAMA DA CANDIDATURA DA NOVA DEMOCRACIA - PND NO DISTRITO DE SETÚBAL

Programa eleitoral da candidatura de Setúbal, liderada por Maria Augusta Montes

Estratégia de progresso e desenvolvimento sócio-económico para o Distrito de Setúbal

Por uma região mais coesa e solidária

No distrito de Setúbal, com uma população aproximada de 790.000 pessoas, e uma taxa de desemprego de 10%, são evidentes sérios problemas de carácter ambiental, social e de ordenamento do território. A debilidade competitiva de alguns sectores críticos, também exige novos investimentos e a requalificação estrutural dos recursos humanos disponíveis.

Acresce ainda que este distrito, com cerca de 20.900 sociedades económicas (6% a nível nacional) empregando aproximadamente 138.000 trabalhadores, necessita de uma política industrial, tecnológica e de comércio vocacionada para o aumento da eficiência económica e do desenvolvimento. Por acréscimo, também deverá focar o aumento da eficiência da estrutura produtiva, e da capacidade de inovação das empresas com particular aptidão para o turismo.

Em concordância com os princípios enunciados, o partido da NOVA DEMOCRACIA no distrito de Setúbal reconhece como objectivo fundamental, o desenvolvimento de uma plataforma industrial para o turismo centrado na revalorização e requalificação ambiental. Apoia o desenvolvimento estrutural de um sistema com uma logística própria que reforce os portos de Sines e Setúbal, num contexto Atlântico. Considera essencial a conjugação de esforços, para minimização de todas as formas de exclusão social.

Assim, o plano de desenvolvimento estratégico para o distrito de Setúbal, apoiado/proposto pelo partido da NOVA DEMOCRACIA, considera:

A. Para o AMBIENTE:

1. A valorização da baía do Seixal, a requalificação e valorização ribeirinha nos concelhos de Alcochete, Montijo, Moita e Barreiro, e a reconversão de forma integrada da Caparica;
2. A renovação da frente urbana e do saneamento básico da Baía de Sesimbra;
3. A requalificação e valorização ambiental e urbana da área da Siderurgia Nacional;
4. A implementação de um programa de redução, reutilização, reciclagem, e recuperação de resíduos, sustentado numa progressiva implementação de tecnologias de produção mais limpa, não aceitando a introdução no distrito da co-incineração de resíduos industriais.

B. Para o TURISMO

1. O desenvolvimento de novos projectos de Tróia e restante Litoral Alentejano;
2. O desenvolvimento das infra-estruturas associadas ao Santuário do Cabo Espichel;
3. A construção de um Porto de Recreio na zona Ribeirinha do Montijo e Barreiro;
4. A criação de um Parque ecológico na Lagoa de Albufeira;
5. A expansão da rota Histórica /Turística do rio Sado, com apoio à navegabilidade.

C. No âmbito das INFRAESTRUTURAS E ACESSIBILIDADES

1. A melhoria das acessibilidades ferroviárias/rodoviárias da Ponte 25 de Abril até à articulação do Metro Sul do Tejo com os restantes meios de transporte;
2. A melhoria das acessibilidades ao porto de Setúbal/zona Industrial, sem atravessar a cidade de Setúbal;
3. O desenvolvimento e expansão do IC 13 (anel de Coina) pelo Seixal e Almada ligando-o à rede já existente;
4. O prolongamento da via rápida da Costa da Caparica, e o desenvolvimento do terminal rodo fluvial da Trafaria;
5. A construção/desenvolvimento/reestruturação/melhoria da via turística Almada/ Sesimbra, do Litoral Alentejano no troço Comporta/Porto Covo, da circular externa da Moita (com variante à EN 11) e do Montijo, e da variante de Santana a Sesimbra (EN 378 e 379);
6. A renovação das frotas de transporte fluvial no Tejo e no Sado, e a melhoria das ligações fluviais de Almada, Seixal, Montijo, e Barreiro a Lisboa, em articulação com a extensão de parques e estacionamento;
7. O reforço do papel do porto de Sines e de Setúbal, num contexto nacional e internacional.

D. No sector ECONÓMICO

1. O desenvolvimento de parques de actividades empresariais, apoiando a criação de novas empresas, apoiadas em projectos com uma perspectiva competitiva e produtiva;
2. A construção de infra-estruturas, e projectos de Investigação e desenvolvimento com articulação entre os sistemas universitários e as empresas.

E. No sector AGRICOLA, das PESCAS e da AQUICULTURA

1. O reforço da viabilidade e competitividade da agricultura (nomeadamente da fruticultura, vitivinícola, e da cortiça), integrando práticas e acções que promovam o desenvolvimento do meio rural, e protegendo os recursos naturais;
2. O Apoio à criação de uma Comissão Consultiva das Pescas (para defesa das quotas de pesca na UE), diversificando ainda acções de Formação Profissional para o sector, e promovendo ligações sustentáveis à industria conserveira (numa lógica de qualidade direccionada a pequenos nichos de mercado).

F. Face à INTERNACIONALIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTERREGIONAL

1. Equacionando a globalização dos mercados, o reforço da sustentabilidade administrativa (a nível central e regional) do território e a respectiva componente empresarial nos mercados prioritários (Mercosul, da África Ocidental e da África Austral);
2. Equacionando um progresso regional sustentável, e minimizador de assimetrias, a elevação da Concelho da Amora, Pinhal Novo, e Quinta do Conde, e promoção e desenvolvimento de redes de cooperação de base territorial (envolvendo a Península de Setúbal, o Alentejo e o Algarve) e transfronteiriça (nomeadamente, face à Andaluzia e Extremadura Espanhola).

quarta-feira, janeiro 26, 2005

AGRICULTURA, SILVICULTURA, PECUÁRIA E PESCAS

A cultura da irresponsabilidade e da impunidade do PS, PSD, e CDS-PP na agricultura, silvicultura, pecuária e pescas

por Fernando Lidon

1. Caracterização do sector em Portugal

De acordo com relatório do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), com o título «O Consenso do Cairo Dez Anos Depois: População, Saúde Reprodutiva e Esforços Mundiais para Acabar com a Pobreza», Portugal é o segundo país mais rural da União Europeia, só ultrapassado pela Eslovénia. Em 2003 a percentagem da população urbana em Portugal situava-se nos 55%.

Em 2003, a população portuguesa empregada no sector agrícola, silvícola e das pescas, ascendia a 642.100. Nestes sectores, a ocupação do solo corresponde a 33% (2.972.883 ha) para a exploração agrícola, e a 38% (3.349.327 ha) para a exploração florestal.


Conheça este artigo na totalidade visitando o Democracia Liberal em
http://www.demoliberal.com.pt/noticias.php?noticia=564

Conheça os nossos candidatos - Fernando José Cebola Lidon



Prof. Fernando Lidon
2º na Lista de Setúbal

Manifesto Eleitoral - Setúbal

POR UMA RUPTURA COM ESTABILIDADE,
PARA ASSEGURAR O DESENVOLVIMENTO DE PORTUGAL


Após 18 anos de integração de Portugal na CEE/UE, sob a condução sucessiva de governos do PSD, do PS e do PSD/CDS-PP, apesar do progresso verificado, destaca-se a manutenção de Portugal na cauda da Europa e a sua subalternização em sectores outrora fundamentais, como o sector da agricultura, das pescas, dos têxteis, e da construção naval. Evidencia-se a dependência externa, continuando a degradação da balança comercial e das transacções correntes.

(...)

Conheça o Manifesto na totalidade visitando o Democracia Liberal em

http://www.demoliberal.com.pt/noticias.php?noticia=563

Conheça os nossos candidatos - Maria Augusta Montes



Maria Augusta Montes - Cabeça de Lista pelo Distrito de Setúbal
Secretária-Geral da NovaDemocracia - PND

terça-feira, janeiro 25, 2005

Candidatos da NOVA DEMOCRACIA - PND pelo Distrito de Setúbal



Círculo Eleitoral de Setúbal

Efectivos

- Maria Augusta Montes Gomes
- Fernando José Cebola Lidon
- João António Santos Horta Marques
- José Joaquim Madeira Amorim
- Mário Alberto de Oliveira Assis Lobo
- Nelson Mendes Reis de Carvalho
- José Rui Correia Martins
- José António Quito Fernandes
- João Nuno Goes dos Santos Santos Silvestre
- Alberto Joaquim Mendes Alves
- Daniel José Ramos Leite Cordeiro Jerónimo
- Ruben Eugénio Loures Torrejais
- João Carlos Matos Carvalho
- Semião Jorge de Almeida Félix
- Filipe Alexandre Carvalho Fernandes
- Arminda de Jesus Tavares da Cruz de Correia Martins
- Ana de Oliveira Assis Lobo


Suplentes

- Catarina Ribeiro das Neves
- Rui Pedro Lopes Correia da Silva
- Filipa Augusta Martins Montes
- Carmen Maria Guerreiro Pão Duro
- Hugo José Ventura dos Santos

Mandatário da Lista: Nelson Mendes Reis Carvalho

terça-feira, janeiro 18, 2005

Declaração de Princípios da Nova Democracia

Declaração de Princípios

A Nova Democracia orgulha-se do nosso passado e acredita num grande futuro para Portugal, cuja vocação universalista, aliada à criatividade dos Portugueses, saberá vencer o desafio europeu, afirmando-se de novo e colaborando para uma Europa das nações plural, unida e forte, e aprofundando os laços com o mundo de Língua Portuguesa.

Conheça na integra este Documento em

http://www.demoliberal.com.pt/noticias.php?noticia=532
ou em
http://www.pnd.pt/
onde poderá tomar conhecimentos do Estatutos da Nova Democracia e outras informações úteis.